CPPN - Centro Paulista de Parto Natural

Quais são os principais aspectos que circundam um Parto Natural?

O principal diferencial do Parto Natural é o protagonismo que a mulher exerce sobre sua gestação/parto e o acompanhamento médico, que deve ser pautado fundamentalmente no respeito, informação e apoio.

Do ponto de vista prático, é possível desenhar os desejos e ações das parturientes,
juntamente com a participação do médico, da seguinte forma, de acordo com os principais pontos do modelo geral de parto normal:

1 - A presença de um acompanhante (marido ou qualquer pessoa de escolha da gestante):

além de ser um direito garantido por lei federal, propicia maior suporte emocional à mulher e incrementa a formação do vínculo familiar com o bebê que está nascendo.

2 - Liberdade para caminhar:

impedir a mobilidade da gestante em trabalho de parto frequentemente altera a coordenação das contrações uterinas e aumenta a sensação de dor.

3 - Liberdade para ingerir água, bebidas leves e alimentos com alto teor de carboidratos de rápida absorção:

previnem a desidratação e aumentam o suprimento energético, tão necessário durante o trabalho de parto.

4 - Uso do chuveiro e banheira:

o uso ilimitado do chuveiro com água morna e da imersão na banheira são métodos que auxiliam no alívio da dor.

5 - Presença de obstetriz, doula, fisioterapeuta e massagista:

a presença desses profissionais é um excelente estímulo e suporte emocional, além de poderem auxiliar com técnicas de exercícios, massagens, acupuntura, etc., que reduzem a dor e contribuem para o bom andamento do trabalho de parto.

6 - Não rompimento artificial da bolsa amniótica:

o rompimento artificial da bolsa frequentemente exacerba as contrações uterinas, deixando-as extremamente dolorosas. Além disso, pode aumentar a possibilidade de infecção, determinando um limite de tempo para o nascimento do bebê – isso seria apressar o parto.

7 - Não utilizar ocitocina ou drogas que aceleram o trabalho de parto:

essas drogas provocam um aumento exagerado das contrações uterinas, tornando-as intoleráveis – bem diferente das contrações naturais. Isso acarretaria a necessidade de anestesia e aumento da necessidade de cesárea.

8 - Anestesia peridural:

a anestesia pode limitar a participação ativa da mãe, diminuindo as contrações e aumentando a necessidade do uso de ocitocina. Porém, deve ser feita se assim for o desejo materno.

9 - Não realizar episiotomia de rotina:

é consenso que a episiotomia (corte/incisão na vulva e vagina) não deve ser realizada rotineiramente. Ela deve ser feita apenas em casos específicos, quando houver necessidade de abreviar o nascimento por sofrimento fetal ou necessidade de fórceps.

10 - Liberdade para a escolha da posição no momento do parto:

a gestante tem a prerrogativa de escolher a posição que mais lhe agrada no momento do nascimento. As posições semi sentada, de lado ou cócoras são as mais utilizadas e que facilitam o nascimento do bebê, porém, continua sendo da parturiente a escolha da posição que mais lhe convém.

11 - Bebê em contato pele a pele com a mãe após o nascimento:

considerando que o bebê tenha nascido bem, ele deve ser imediatamente colocado sobre o abdome materno e coberto com uma manta seca e aquecida.

12 - Clampeamento tardio do cordão umbilical:

realizar o clampeamento do cordão umbilical entre 3 a 5 minutos após o nascimento favorece o fornecimento de oxigênio pelo cordão umbilical enquanto o sistema respiratório está se adaptando, além de diminuir o risco de anemias e infecções nos bebês até o sexto mês de vida.

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